Carlos Fial @ 00:00

Qui, 05/05/11

 O computador perdido algures entre a Sé Velha e a Baixa onde me encontro, teima em não me dar som... A qualidade da música vai assim... às cegas. Logo é noite de serenata por estas bandas. Apesar de já ter gasto tanta sola de sapato pela calçada deste "Quebra Costas", deitando bardos às janelas e a quem, por vezes e muito raramente, as ocupava, mais uma vez, vou faltar aquela que, para mim, é a única hora de excelsa pureza que destingue a Queima de Coimbra do resto das semanas académicas. É uma semana de concertos, paródia, uma boa dose de mau sexo, copos, uma pitada espurádica de bom sexo para alguns, subnutrição e... copos. Em todo o lado é assim. Não são as noites do Parque ou o Cortejo que fazem da Queima de Coimbra especial. É claro que, para cada aluno - e digo aluno e não estudante, por aquele ser um termo bem mais abrangente que este - a SUA Queima é sempre melhor que a de outrem. Desde logo por ser A SUA, e representar assim uma determinada vivência, uma experiência de vida que convergiu para aquele lugar, naquele momento, e assim deixando agradável cicatriz durante o passar dos anos. E acho bem que assim seja. Mas se se acreditar na velha Mística Coimbrã, então, ela vai ter o derradeiro fundamento ao bater da meia noite da Velha Cabra. Neste Largo bem aqui ao pé do Nobre tasco do Arsénio, em que do alto das escadas desta Velha Sé,  tracei o farrapo companheiro, lenço do mais sujo negro, de forma a esconder as misérias que cada um teima em transportar... Tal como o computador continua a teimar em não me dar som... raios... Oh Arsénio! Dá-me um fino e um rissol e põe a TV na bola...

 

O Abraço.

 

 

 

 

 




Diogo Filipe Sousa @ 00:00

Qua, 15/12/10

Seja com um sampler ou com guitarra portuguesa a música é uma arte.



“A música exprime a mais alta filosofia numa linguagem que a razão não compreende” Arthur Schopenhauer
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