Tomás Esteves @ 00:00

Sab, 05/03/11

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Tomás Esteves @ 00:00

Sab, 26/02/11


Bandas:


Tomás Esteves @ 00:00

Sab, 19/02/11

Porque não deveremos querer pertencer, mas sim porque todos pertencemos a este Mundo versátil.




Tomás Esteves @ 00:00

Sab, 29/01/11

 

Entrei no teu jogo, Como um Louco
Fui ingenuo e tu tão fatal

 

Joguei-me todo e foi tão pouco
O amor é o teu instinto mais cruel

 

Enquanto te sigo melhor me faço o teu troféu

 

Entrei no teu jogo como um louco

Eu sou o teu escravo mais leal

 

Ordena que te ame

E odeia quando falho

mas usa, abusa de mim 
e eu serei feliz até ao fim

 

Marquei as unhas no corpo,
tornei-me um bicho irreal.

 

Infectei o lugar onde me punhas,
O amor é este monstro final

 

Gostas do teu trofeu erguido neste inferno.

 

Marquei o corpo com as unhas,

Pus-me louco tão original

 

Ordena que te ame,

E odeia quando falho, 
mas usa, abusa de mim e eu serei feliz,
até ao fim.

 

Ordena que te queira,
E odeia quando paro,
Leva-me, arrasta o meu corpo,
Desfeito em pó.

 

Ordena que te ame,
E odeia quando falho, 
mas usa e abusa de mim e eu serei feliz,
até ao fim

 

Ordeno que me odeies
Olho porque sofras
Do que uso e abuso é sempre assim
Morrerá por mim

Ordeno que me odeies
Amo que tu sofras
Do que uso e abuso é sempre assim
Morrerá por mim


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Tomás Esteves @ 00:00

Sab, 22/01/11

É tudo Ilusão...

 

 

A vida é distante 
No tempo suspenso 
A vida é distante 
No nosso presente 
É quente o que vejo 
Mas frio o que sinto 
É mentira o que tenho 
Mas sei o que vejo 
No meu labirinto

 

A vida é distante 
De tempo intenso 
A vida é distante 
No fumo imenso 
É quente o pó 
É cego o nó 
É mentira o que vem 
Mas vejo o que sinto 
No meu labirinto

 

No meu labirinto 
Há gente que cai 
Depois de perder há gente que cai

 

Vê quem parou

Olha o que dói.

 

A vida é distante 
E o tempo foge 
A vida é distante 
E o tempo urge 
Está quente o Sol 
Mas frio o chão 
Tudo é ilusão!!! 
Não vês o que sinto 
No meu labirinto?

 

Que enquanto se compra 
Enquanto se quer 
Enquanto se tira 
O mundo suspira 
Enquanto se mata 
O mundo dispara 
E vamos caindo... 
É isto que sinto no meu labirinto

 

No meu labirinto 
Há gente que cai 
Depois de perder há gente que cai

 

Vê quem parou

Olha o que dói.

 

Quando chuva cai 
Vê que não sai 
Quando chuva cai 
Vê que não sai

 

Entro no túnel para ver a luz

 

Quando chuva cai 
Vê que não sai. 
Quando chuva cai 
Vê que não sai, não sai, não sai




Tomás Esteves @ 00:00

Sab, 15/01/11

Vindo do seu novo álbum  "Imperfect Harmonies" lançado em Setembro de 2010,a música  "Gate 21" demonstra-nos mais uma vez o grande poder de voz que este senhor Turco tem, e a sua tremenda versatilidade. Espero que gostem, vale sempre ouvir :P

 

 

 

The love that you bring
You bring me along
The pain that you give
Gives me a home

Do you wanna stay by my side
Do you want me to turn and hide
We are disappearing inside
Seeing pictures of our goodbyes

When we, we believe
That our love will survive
The pain that you bring
It brings me all alone

Do you love me,
Do you hate me,
Do you wanna believe me,
Do you think that you don't need me
[ Find more Lyrics on http://mp3lyrics.org/yzUk ]
Do you wanna deceive me

I can't think that it's all over, don't want to forget
I can't live this disappointment down, I want to repress your
Goodbye...
Goodbye...

The design, we broke the mold
The dreams when you see, that goodbyes aren't for long

Please follow me
To the borders of destiny
I don't want to break from your side
The falling ground screams... goodbye

Please follow me
To the borders of destiny
I don't want to break from your side
The falling ground screams... goodbye

Goodbye...
Goodbye...
The design, we broke the mold
The dreams when you see, that goodbyes aren't for long


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Tomás Esteves @ 00:00

Sab, 08/01/11

Com o seu tom sempre revolucionário, este grande homem exprime o seu sentimento de uma maneira única espelhando-nos sempre o seu ideal de liberdade e de igualdade, ideais de tempos remotos mas que se enquadram perfeitamente no presente. Fiquem com uma grande música do senhor José Afonso.

 

Vejam bem 
que não há só gaivotas em terra 
quando um homem se põe a pensar 
quando um homem se põe a pensar

 

Quem lá vem 
dorme à noite ao relento na areia 
dorme à noite ao relento no mar 
dorme à noite ao relento no mar

 

E se houver 
uma praça de gente madura 
e uma estátua 
e uma estátua de de febre a arder

 

Anda alguém 
pela noite de breu à procura 
e não há quem lhe queira valer 
e não há quem lhe queira valer

 

Vejam bem 
daquele homem a fraca figura 
desbravando os caminhos do pão 
desbravando os caminhos do pão

 

E se houver 
uma praça de gente madura 
ninguém vem levantá-lo do chão 
ninguém vem levantá-lo do chão

 

Vejam bem 
que não há só gaivotas em terra 
quando um homem 
quando um homem se põe a pensar

 

Quem lá vem 
dorme à noite ao relento na areia 
dorme à noite ao relento no mar 
dorme à noite ao relento no mar


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Tomás Esteves @ 00:00

Sab, 01/01/11

Feliz 2011 a todos os seguidores e amigos do Ouvir.

 

 

Hoje quem acordou na minha cama,
hoje quem é que eu sou?
Já é manhã mas esta noite ainda não passou.

 

Que força tenho quando me tenho só a mim,
de quem mais eu preciso para respirar?
A minha cara faz-me sempre lembrar alguém…
E os meus olhos são de quem?

 

Eu queria ser como tu.
Eu queria crer como tu.

 

Eu queria ser como eu
mas dos meus sonhos acorda outro alguém.
Eu queria ser como quem?

 

Hoje quem acordou na minha carne
e que sonhos roubou
na madrugada de um dia que já passou?

 

Todo o tempo é tempo de acreditar.
Mas tanto tempo já passou
sem que a fé encontrasse em mim lugar…

 

(Estava sempre onde eu não queria estar.)

Eu queria ser como tu.
Eu queria crer como tu.

 

Eu queria ser como eu
mas dos meus sonhos acorda outro alguém.
Eu queria ser como quem?

 

Hoje quem acordou na minha cama,
hoje quem é que eu sou?
Já estou a pé e o dia ainda nem chegou…


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Tomás Esteves @ 00:00

Sab, 25/12/10


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Tomás Esteves @ 00:00

Sab, 18/12/10



“A música exprime a mais alta filosofia numa linguagem que a razão não compreende” Arthur Schopenhauer
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