André Pereira @ 00:00

Ter, 29/11/11

Os MU iniciaram o seu percurso musical em 2003. Em busca de fusão e de experimentação no seio da música tradicional, muitos foram, e continuam a ser, os estilos que caracterizam esta banda portuguesa. Os seus membros dedicam-se aos mais variados instrumentos provenientes dos quatro cantos do mundo, o que permite a este projecto viajar por distintas culturas e sonoridades tradicionais e de fusão. A junção de instrumentos oriundos da Índia, Suécia, Egipto, Brasil, Marrocos, Austrália, entre outros, permitiu aos MU descobrir na música uma viagem por mundos perdidos e resgatá-los até à actualidade.

 

Entre danças esvoaçantes, vozes femininas e instrumentos variados, os MU criam ao vivo um momento de alegria contagiante. Nos seus espectáculos, a energia viaja no ar, e invade os corpos impelindo-os a dançar num mundo sem limites.

Ao longo do seu percurso, os MU contam já com dois trabalhos discográficos, Mundanças (2005) e Casanostra (2008).

A nível nacional, destaca-se a sua vitória no concurso de musica folk Arribas Folk e a sua participação em diversos festivais de "world music" de renome internacional, sendo eles: Sons do Atlântico, Boom Festival, Festival Internacional dos Gigantes, Ollin Kan, Portugal a Rufar, Festival Intercéltico do Porto, Andanças e Festival Intercéltico de Sendim. A nível internacional, destaca-se a sua participação nos seguintes festivais: Danzas Sin Fronteras (Espanha), Festigal (Santiago de Compostela, Espanha), Festival Folk Plasencia (Plasencia, Espanha), Festival La Carlota (Córdoba, Espanha), Festival Galdames Folk (Galdames, Espanha) e Zgetno Festival (Zagreb, Croácia)e em Bucareste, Roménia.

 

"De onde é que vem esta música que não se sabe bem de onde vem?...

 

Recorde-se, Mu era o nome de um mítico continente perdido, terra de atlantes, sereias e outros seres míticos - a música parece vir de todo o lado e de um lado só deles, dali de dentro, das suas almas e dos seus corações. Se calhar, os Mu recriam sem o saber temas tradicionais de Mu, o continente do Oceano Pacífico onde se teriam cruzado povos ainda agora existentes e outros que deixaram de existir, seres verdadeiros e imaginários, se é que a verdade e a imaginação não são uma e a mesma coisa, como o são na música dos Mu.

 

Porque uma música que tem tanto de verdade como de... imaginação. E uma alegria e um brilho imensos, um encanto permanente tanto nos temas originais - mas que reflectem tantas e tantas músicas de tantos e tantos lugares! - como nas versões de tradicionais russos ou húngaros.

A música dos portuenses Mu serve para dançar, serve agora ao segundo álbum (este «Casa Nostra» em que tem como colaboradores Helena Madeira, do Projecto Iara, o grupo de percussões Semente e Quico Serrano como produtor) como já servia ao primeiro, mas serve também para ensinar a ouvir - a ouvir a sua música e a de muitos outros.

E isso é o que torna os discípulos mestres.

 

 

 


Bandas:


André Pereira @ 00:00

Ter, 22/11/11

Muito do espírito desta banda é inspirado na música americana da primeira metade do século XX. The Soaked Lamb não são imunes ao que se passa à sua volta, à contemporaneidade, mas preferem tocar sentados. No fundo, compõem com uma lentidão que não é nada moderna. The Soaked Lamb não têm tempo para ter pressa, fazem as músicas como eram feitas há setenta ou oitenta anos, com o cuidado de quem faz uma melodia para durar.

 

Não soam apenas a blues ao estilo de Piedmont, também trazem bocadinhos de ragtime, boogie-woogie, swing e gospel. O instrumento idiófono que se ouve por vezes, funciona graças à fricção dum pauzinho sobre um bocado de bambu, e é conhecido por reco-reco. É tocado pelo Miguel Lima, juntamente com a bateria e a percussão. O piano ouve-se - por vezes é um órgão -, com todas as teclas, graças ao Vasco Condessa, e o ar grave é dado pelo contrabaixo. O Gito é responsável por essa solenidade. É uma pessoa que se faz ouvir com menos cordas. São ambos, pianista e contrabaixista, publicitários nas horas vagas.O Afonso Cruz – realizador e ilustrador – toca guitarra, harmónica, cavaquinho/ukulele e banjo. Escreve letras, compõe, descompõe e canta. Às vezes tem barba outras bigode.A vocalização vem duma das pessoas mais femininas da banda, a Mariana Lima. Traz na voz sons que não se ouviam há mais de setenta anos e letras muito bonitas (algumas escritas por ela) em pentâmetros jâmbicos. O Tiago Albuquerque toca saxofone, clarinete, guitarra e, como se não bastasse, faz umas belas ilustrações, bem como filmes de animação. Usa vários tipos de chapéus.

 

O CD que se promove neste momento foi gravado aos domingos – calmamente, ao longo de mais de um ano – dias esses em que se comia ensopado de borrego e se gravavam blues ainda com o hálito a cravinho, cominhos e vinho. Facto que evidentemente se nota quando se ouvem as músicas com atenção.

 

Desfrutem...

 

 

 




André Pereira @ 00:00

Ter, 15/11/11

Os The Doups são uma banda indie/rock/blues formada em Setúbal, 2006. A banda é constituida por João Rodrigues (voz e guitarra ritmo), Nuno Cunha (guitarra solo e coros), Gustavo Andrade (guitarra baixo) e André Rosa (bateria e percussão).
Desde o lançamento do seu EP de estreia, 5 Fellows In The Attic em 2008, o grupo tem recebido boas críticas, tendo sido descrita como "uma banda com uma imensa energia em palco".
Os The Doups encontram-se agora em gravações para uma nova demo e também a trabalhar no seu primeiro álbum que, segundo a blitz, sai ainda este ano.

 

Abraço

 

 



 


Bandas:


André Pereira @ 00:00

Ter, 20/09/11

Quando o líder de uma banda opta por uma carreira a solo, alguns fãs assumem automaticamente que esta será uma cópia carbónica do material da banda ou que pelo menos tenha algumas semelhanças.
Felizmente, nem sempre tal preconceito se verifica.
Mais conhecido como o carismático líder dos Devil In Me , uma das mais importantes bandas hardcore nacionais, Apolinário Correia lança-se em 2008 sob um novo desafio.
Apesar da sua jovialidade, Poli, pela mão do seu pai está ligado à música há mais de dez anos, durante os quais integrou vários projectos como os For The Glory, Rat Attack ou City Scum, entre muitos outros.
Oriundo de Quarteira, terra de marinheiros e pescadores, e apesar do curioso titulo "Dead Sailor", uma forma de se afastar da ideia de ter de se tornar também ele um homem do mar, Poli consegue navegar para fora da costa segura dos Devil In Me sem nunca se afundar.
Aqueles que associam Poli aos Devil In Me têm tendência a vê-lo como alguém barulhento, impetuoso, agressivo, in-your-face punk-rocker mas, em "Dead Sailor", o vocalista faz um desvio totalmente inesperado.

Sob o nome de Sam Alone e determinado a engolir o mundo e fazê-lo ter sentido, " Dead Sailor " vem desafiar todas as expectativas.
Imaginem tirar o carisma juvenil dos Devil In Me e despi-lo de distorção e batidas pesadas. O resultado, é "Dead Sailor", uma revelação, um grito que vem da alma e que mostra o grande potencial, maturidade e artista que Poli é.
Munido de uma guitarra acústica e de uma harmónica, Poli transporta-nos para uma era onde o folk-rock e o country eram reis.
Fortemente influenciado por bandeiras do género como Johnny Cash ou Bob Dylan e num registo claramente intimista, Poli partilha experiências de vida e histórias de amor, ódio, vingança, esperança e realização pessoal sem nunca esquecer a família, amigos e a sua terra natal, de uma forma emocional e musicalmente cativante e comovente.

Pouco usual em terras lusas, pioneiro talvez, "Dead Sailor" é uma colecção de 11 extraordinários e bonitos temas interpretados de uma forma que só Poli consegue, nos quais a rudeza se alia à doce amargura de uma história ainda por acabar e que não são menos acessíveis ou cativantes que aqueles a que nos habituou com os Devil In Me.

Ao vivo, Sam Alone faz-se acompanhar por alguns convidados que, com vários arranjos, dão aos temas outra vida e intensidade fazendo da actuação também ela um momento único e sempre uma surpresa.

Podem conferir alguns dos temas em www.myspace.com/samalonemusic .
Quanto ao álbum, esse, encontra-se já à venda nos locais habituais.

 

Apesar da crise económica e de valores que se instalada, continua a produzir-se muito bom material...

Abraço +

 

 

 


Bandas:


André Pereira @ 00:00

Ter, 13/09/11

No inicio de 07, Guilherme Tomé Ribeiro e Luís Montenegro, avançam com SALTO.
Com influências diversas do rock à electronica, dão vida a um projecto POP/ELECTRÓNICO apenas com duas guitarras, duas vozes, duas cadeiras e muitos anos pela frente. Estão dispostos a conquistar os palcos de Norte a Sul. 

 

Abraço

 

 


Bandas:


André Pereira @ 00:00

Ter, 06/09/11

Pela preguiça instalada no corpo, por muito trabalho ou por qualquer outra razão, apresento as minhas mais sinceras desculpas pela minha ausencia "n'estas bandas".
Agora que o Verão se foi, a poeira dos Festivais baixou e a quantidade de Feromonas no ar diminuiu, apresento-me aqui com + produto nacional e bem fresquinho. São os já bem conhecidos por estes lados, doismileoito com o seu novo single do próximo album com Lançamento agendado para o dia 3 de Outubro.

Aproveito também para dar os parabéns ao compositor pelo seu poder de argumentação.
"Se ao teu lado eu me engasgo é para teu bem..." Muito Forte!

 

Abraço +


Bandas:


André Pereira @ 00:00

Ter, 19/07/11

"One Love Family é um dos mais carismáticos projectos do reggae português, não só pelo som que tocam e mensagem que transmitem, mas também fruto de serem uma verdadeira família de sangue e coração, com várias gerações em representação, entre os 8 e os 48 anos de idade!

Naquele que prometia e já se confirma ser um grande ano para a produção de reggae nacional, aí está o mais recente lançamento de uma banda portuguesa, e que lançamento! Allelujah dos One Love Family era, provavelmente, o mais aguardado disco dos últimos anos pelos amantes do reggae nacional.

Para quem os acompanha ao vivo, Allelujah é logo à partida, uma excelente forma de vibrar, finalmente!

Com os sons que os One Love Family nos habituaram ao vivo, agora no nosso leitor de CD's.

Allelujah é uma reunião da familia do reggae, para a familia do reggae; e a confirmação de que o amor, dedicação e esperança, aliadas ao sentido roots reggae que tocam, fazem dos One Love Family, A banda do reggae nacional!"

 

Vão com certeza brilhar na 11ª edição do Festival Metac in Viso

 

 




André Pereira @ 00:00

Ter, 12/07/11

Banda com 4 meses, dividida entre Matosinhos e Celorico de Basto... Sabe-se também que as grandes influências são Beatles, Rolling Stones, Bob Dylan, Jimi Hendrix e Oasis. De resto, por agora, tudo é incógnita.
Mas que são bons, lá isso são!


 




André Pereira @ 00:00

Ter, 28/06/11

    "Horários de trabalho, casas para pagar, declarações de IRS a preencher: em 2006 os sinais da idade adulta já não podiam ser ignorados. Mas podiam ser fintados, e na clandestinidade de um prédio semi-devoluto do centro de Lisboa começaram uns ensaios. Os armários da adolescência foram abertos; o pó foi limpo; as guitarras desenferrujadas. O vizinho do terceiro andar foi o primeiro a não levantar objecções. As famílias foram tolerando e os amigos apareciam aos primeiros concertos. Surpreendentemente, voltavam. Havia coisas para dizer, e elas foram sendo ditas. Histórias de uma certa clandestinidade emocional que de repente era exposta à luz do dia.
    Entretanto, o prédio do centro de Lisboa deu lugar a uma sala na fronteira entre Moscavide e Sacavém. Houve uma ida aos Olivais para gravar duas canções; houve um fim-de-semana no Porto para gravar mais duas. Uma dessas canções passou na rádio. Ninguém tentou proibir.

    Se a música pop serve para seduzir raparigas, o processo corria bem: foram festejados dois casamentos.

Em 2009 surge a primeira colecção de canções, intitulada homonimamente TRÊSPORCENTO, que é um agradecimento (e uma justificação) a todos aqueles a quem os ensaios roubaram tempo; e também uma homenagem à vontade juvenil de ser um músico de palco. Dois anos mais tarde lançam o seu álbum de estreia, "Hora Extraordinária".

    Cada dia que passa fica mais difícil fintar a idade adulta, que vai impondo uma grelha de prioridades onde o pedal de distorção vai perdendo espaço. Mas os TRÊSPORCENTO ainda estão muito longe de desistir."

 

 


Bandas:


André Pereira @ 00:00

Ter, 21/06/11

Começou o Verão, mas "isto não é Hollywood, bebé"!

 

 

 


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“A música exprime a mais alta filosofia numa linguagem que a razão não compreende” Arthur Schopenhauer
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