Diogo Filipe Sousa @ 00:00

Qua, 16/06/10

Estes já não precisam de apresentações aqui no Ouvir, como tal:

 

Por ti fiz tudo o que podia
E o que não podia também
Paguei-te almoços e gelados
Simpatizei com a tua mãe
Foste tu que me deste a insónia
Como presente de Natal
E também tu que me ensinaste que não há metade igual.

Quis ter tudo o que não davas
Deste-me um nada p'ra pensar
Visitei-te onde estavas
Foi lá que fui encontrar
O beijo que perdido andava
Entre o que houve e o que há
O que houve foi distância,
choro e falta de chá.

Se me quiseres eu troco tudo
Que tenho bom aqui
É só dizeres e eu parto
P'ra tomar conta de ti
Faço o teu prato preferido
E aconchego-te ao deitar
E sussurrar-te ao ouvido
Querida é só de ti que vou gostar.

De negro vesti meu corpo
Ao tempo as vestes rasguei
Quis ter coração de ouro
Nele o teu nome tatuei
Quantos quase te quiseram
Mas no final só eu te quis
Por inteira desde a alma
Ao coração e aos quadris.

Se me quiseres eu troco tudo
Que tenho bom aqui
É só dizeres e eu parto
P'ra tomar conta de ti
Faço o teu prato preferido
E aconchego-te ao deitar
E sussurrar-te ao ouvido
Querida é só de ti que vou gostar (x3)



“A música exprime a mais alta filosofia numa linguagem que a razão não compreende” Arthur Schopenhauer
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