Carlos Fial @ 00:00

Qui, 08/04/10

Há tempos, no post com música de Neil Young, fiz referencia à obra de William Blake, The Marriage of Heaven and Hell. Ora, como isto anda tudo ligado damas e cavalheiros, foi com base nessa obra que um escritor de seu nome Aldous Huxley escreveu um livro intitulado “The Doors of Perception”, com base no tal verso recitado por J. Deep na música de Young. E foi nesse livro de Aldous Huxley, que dois estudantes da escola cinematográfica de Los Angeles, de seu nome  James Douglas Morrison e Ray Manzarek, encontraram a inspiração para em 1965 criarem uma banda cujo nome seria nada mais nada menos que: The Doors.
Há muita tinta, história, mito e lenda em torno destes sujeitos sobre a qual não me vou debruçar por razões obvias.
Fica aqui The End a jeito de tributo. Em 1979, Francis Ford Coppola, que estudou com Morrison na escola cinematográfica, lançou o filme Apocalypse Now, com "The End" a ter destaque na banda sonora. Uma viajem ao subconsciente do poeta com “engraçada” versão de complexo de Edipo ao jeito do século XX.
O Abraço.


Bandas:


Rodrigo @ 14:40

Sab, 10/04/10

 

Alguem sabia que o café nde morreu o senhor James Morrison era de um portugues?? Os tugas estão em todo o lado pá.


Diogo Filipe Sousa @ 01:42

Dom, 11/04/10

 

Rodrigo, não foi na banheira que ele morreu?


Rodrigo @ 14:55

Dom, 11/04/10

 

Epá no outro dia vi um prog . no canal história sobre a controvérsia à volta do senhor James Morrison , e não se tem bem a certeza como é que ele morreu. Bem mas uma das versões é que ele morreu no café de um português e depois alguém (não me recordo exactamente quem) o levou para a banheira. Eu como sou muito crédulo na "gente da minha terra" defendo esta até porque tinha uns factos bem fortes a favor.

“A música exprime a mais alta filosofia numa linguagem que a razão não compreende” Arthur Schopenhauer
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