Carlos Fial @ 00:00

Qui, 11/08/11

Numa visita fantasma ao " La Pedrera " do não menos fantasmagórico Gaudi, no canto do apartamento paira o gramofone cuja agulha, enferrujada, levita sobre o "L'Elisir D'Amore" de Donizetti... Esqueço os flashs que me contornam, fecho os olhos, e imagino-me em tempos onde as mortes de amor não eram vergonha, nem tão pouco moda. Apenas fruto do negro humor do destino, para entretenimento de Hades. Haverá lá morte melhor?

 

O Abraço!



“A música exprime a mais alta filosofia numa linguagem que a razão não compreende” Arthur Schopenhauer
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