Carlos Fial @ 00:00

Qui, 24/02/11

À luz do vinho... À sombra do anoitecer... À frincha do Tejo puro e podre. Há canção no bairro mais alto... Há esta Lisboa prostituta das minhas intermitências... ou eu das dela. O Abraço.

 

 



“A música exprime a mais alta filosofia numa linguagem que a razão não compreende” Arthur Schopenhauer
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